Três apps que vão facilitar sua vida


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Luiza S. Rezende
Advogada empresarial especializada em startups


Você sabe o que é SaaS, IaaS e PaaS?

Compartilho com você meu vídeo sobre SaaS, IaaS e PaaS. Essas três expressões são formas de aplicação da computação na nuvem (cloud computing) e significam Software as a Service, Platform as a Service e Infrastructure as a Service.

Aqui no blog você já ouviu sobre o tema em dois outros posts. Escrevi sobre SaaS no post entitulado Contrato na modalidade SaaS (Software as a Service): o que é, quais as principais vantagens e pontos jurídicos de atenção, e escrevi sobre PaaS no seguinte post O que é PaaS (Platform as a Service)?.

A ideia do vídeo é comparar esses três formatos de utilização de computação na nuvem bastante usados hoje em dia e entender as principais diferenças entre eles. Se você gostaria de aprender mais sobre o tema, assista o vídeo abaixo que tem apenas 6 minutos. Se gostar do vídeo, não deixe de compartilhar.

Caso o vídeo abaixo não esteja aparecendo, por favor clique neste link https://youtu.be/Ikobn2ixJGI ou assista o vídeo diretamente do meu Canal do YouTube.

Até a próxima.

Luiza S. Rezende
Advogada empresarial especializada em startups



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Luiza S. Rezende
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Acordo de Confidencialidade (NDA - Non Disclosure Agreement): como, quando e para que utilizá-lo

Um Acordo de Confidencialidade ou NDA - Non Disclosure Agreement - é, em síntese, um documento que serve para que duas partes entrem em acordo sobre o sigilo que deve ser mantido sobre a troca de informações entre elas, sejam informações orais, escritas, documentais, visuais, sonoras etc, a depender do caso concreto.

O acordo pode ser unilateral, em que apenas uma das partes irá divulgar informações e a outra vai receber, e esta parte receptora se compromete a não divulgar nada sobre os dados recebidos, ou bilateral, em que ambas as partes irão divulgar informações sobre seus negócios e ambas se comprometem a não divulgar o que receberem da outra parte.

O acordo unilateral é utilizado, por exemplo, quando uma empresa de tecnologia vai apresentar seu produto, ainda não lançado no mercado, a um potencial cliente, para que este avalie e antecipe se terá interesse. O detentor da tecnologia não deseja que esta "vaze" para seus concorrentes, portanto, sempre que for apresentar a seus potenciais clientes e parceiros utilizará um Acordo de Confidencialidade.

Já o acordo bilateral pode ser utilizado, por exemplo, no caso em que duas empresas de tecnologia industrial mostram-se intencionadas a fazer um empreendimento em conjunto, que crie uma tecnologia nova que misture elementos de cada um dos business para criar um novo tipo, totalmente inovador no mercado. Para decidirem se esse negócio será viável ou não, firmam um acordo de confidencialidade, já que nesse processo de negociação/verificação da viabilidade terão acesso informações extremamente sigilosas da outra parte.

As informações que serão reveladas podem ser de diversos tipos: sobre a tecnologia utilizada, o modelo de negócio, a estratégia comercial, uma fórmula química, o modelo financeiro ou sobre qualquer aspecto do negócio de uma ou de ambas as partes envolvidas. É importante que o acordo de confidencialidade determine quais serão os tipos de informações confidenciais que serão reveladas, para que ambas partes estejam cientes do que deverá ser protegido com extremo cuidado. A parte que irá revelar deseja que a parte que irá receber as informações seja extremamente cautelosa com o uso e administração desses dados, porque o "vazamento" em qualquer intensidade pode lhe trazer prejuízos de diversos tipos.

Quando duas empresas estão negociando, é comum constar nesses acordos que apenas as pessoas estritamente necessárias para o desenvolvimento do negócio/tomada de decisão devem ter acesso às informações sigilosas, e todos que tiverem contato com essas informações devem ser submetidos ao acordo de confidencialidade.

Além disso, as partes devem estabelecer o tempo de duração da obrigação de sigilo; muitas vezes é importante que essa obrigação se estenda a alguns anos após o fim do negócio, para que as partes estejam isentas de risco.

Discuta com seu advogado(a) qual o melhor formado de Acordo de confidencialidade para seu caso. O acordo pode ou não conter multa para o caso de descumprimento de alguma das cláusulas ou de revelação indevida de informação, fica a critério das partes (a ser decidido em conjunto com seu advogado) se a existência de multa é pertinente ou não.

Os Acordos de Confidencialidade são muito usados em situações como: união de forças entre indivíduos e/ou empresas para a criação de novos negócios, desenvolvimento de software e de tecnologias complexas, ao subcontratar fornecedores, programadores, parceiros, freelancers e terceiros em geral e com empregados de empresas que utilizam informações privadas de outras empresas, como agências de publicidades, escritórios de advocacia, escritórios de auditoria e outros exemplos. Converse com seu advogado para saber se a negociação que você está iniciando merece ser resguardada por um NDA ou não.

Existe uma discussão sobre a adequação ou não do uso dos Acordos de Confidencialidade no momento de apresentar o modelo de negócio de uma empresa (inclusive startups) a um possível investidor, sob o argumento de que isso poderia significar que o empreendedor desde início "desconfia" da idoneidade do investidor, o que seria um mau sinal para a negociação. Eu não vejo dessa forma: acho que os empreendedores/empresários devem fazer uma avaliação sincera da existência de risco para seu negócio no caso de "vazamento" de determinada informação. Se for verificado que há risco para a estratégia comercial da empresa ou qualquer outra estratégia interna, acredito que o empreendedor deve sim apresentar o documento ao investidor. Trata-se de uma relação profissional e de uma atitude usual no mercado, se o investidor encarar isso com descrédito, ele estará condenando uma prática extremamente profissional e consciente.

Lembre-se que este é um documento que facilita e torna mais fluida a comunicação negocial entre as partes, mostrando que os  envolvidos estão atentos à saúde de seu negócio/estratégia comercial e desejam tratar disso com seus parceiros comerciais da forma mais transparente possível.

Espero que o artigo tenha sido útil a vocês...!

Não deixem de consultar um advogado especializado para assessorar vocês com as questões específicas de sua empresa.


Para assistir ao vídeo sobre o tema, clique aqui ou aperte o play abaixo:



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Luiza S. Rezende
Advogada empresarial especializada em startups


10 dicas para escrever emails profissionais mais eficientes

Este post é sobre como escrever e-mails profissionais de forma eficiente: ser capaz de transmitir a informação necessária de forma direta e clara, além de chamar a atenção de quem vai ler para os temas certos. Reuni 10 dicas fundamentais para ajudar vocês; espero que sejam úteis.

1. Antes de começar a escrever o e-mail, pense no que você quer dizer:


Em primeiro lugar e de forma a evitar escrever de forma confusa e perder tempo rescrevendo o e-mail, pense quais são seus objetivos ao escrever esse e-mail. Pense na informação exata que você quer transmitir naquele momento e inspire-se a se manter focado nesta informação.


Misturar assuntos sem organizar a ligação entre eles ou mencionar fatos secundários que não estão realmente relacionados com o tema central não são comportamentos de escrita aconselháveis no contexto profissional - eles fazem o escritor e o leitor perderem tempo.


2 - Verifique os e-mails anteriores sobre o assunto:


Muitas pessoas parecem esquecer que já existe uma conversa em curso sobre o assunto (ou às vezes eles não estavam cientes disso e jogaram fora e-mails importantes sobre um assunto pertinente) e iniciam um novo e-mail sobre uma pergunta ou um assunto que vem sendo discutido há algum tempo pela equipe.


Evite: se você se lembra de ter lido algo relacionado com o assunto na sua caixa de entrada faça uma busca simples nas pastas do seu email e veja se há alguma conversa que você não está se lembrando que pode fazer o seu e-mail desnecessário, ou mesmo que pode ajudá-lo a ir direto ao ponto.


3 - Organize o seu e-mail em sub-temas:


Se que você está escrevendo sobre mais de um assunto em um e-mail, divida-os em sub-itens e use números, letras e símbolos para marcar a separação entre eles e as diferentes categorias (por exemplo, "a", "b", "c" ou " 1 ", " 2 ", " 3 ").


Isso ajuda o leitor a entender quando você está falando sobre cada tema e quais são as correspondentes as categorias de assuntos.


4 - Tente evitar e-mails longos:


Não importa se você é o chefe ou o estagiário da empresa, é importante tentar evitar e-mails longos e com explicações longas (que às vezes não são necessárias naquele momento).


Tente se concentrar no que realmente importa e o que precisa ser transmitido no e-mail (item 1), organizá-lo em itens (item 3) e tentar ser breve. A menos que você está falando de algo que precisa ser profundamente explicado ou sobre um acontecimento incomum, não faça de e-mails longos um hábito. Ser curto e direto ao ponto fará toda a equipe feliz.


5 - Seja preciso no campo "Assunto" do e-mail:


Escrevendo "Olá" no campo de assunto de um e-mail sobre as tarefas semanais não é útil e até mesmo não soa profissional. Tente ajudar os leitores de seus e-mails identificar com precisão o que é o e-mail e sobre o que você vai falar.


Se for um e-mail urgente (que deve ser lido no mesmo dia, por exemplo), coloque isso no campo de assunto. Se for um e-mail "off topic", coloque no assunto. Isso ajuda a equipe a se organizar e dar prioridade ao que é verdadeiramente importante.


6 - Faça destaques no que é mais importante:


Usando marcas em negrito, itálico ou amarelas em seu texto vai ajudar o seu leitor se concentrar no que é a parte mais importante de seu e-mail e a identificar a ação que você espera deles ao final do email. Por exemplo, se você quer que todos que leiam seu e-mail respondam com a sua opinião sobre algo, tente destaque em algum lugar que a ação de "responder com sua opinião sobre o assunto" é muito importante e você está aguardando isso.


7 - Não se esqueça dos anexos e tente enviar todas as informações pertinentes já no primeiro e-mail:


Se você está enviando um e-mail com diversas informações para um grupo de pessoas, por exemplo, não se esqueça de ser organizado e preciso e já no primeiro e-mail enviar os anexos corretos e informações complementares. Ter que adicionar informações e anexos já existentes e disponíveis muitas vezes pode ser confuso para os leitores e perturbar todo o fluxo de trabalho.


8 - Verifique se você está enviando para as pessoas certas:


Nunca se esqueça de verificar o campo "Enviar para" de sua caixa de correio antes de enviar a mensagem. Muitas pessoas ficam em situações constrangedoras porque enviaram um email para pessoas erradas.


9 - Verifique se você está enviando o e-mail do endereço correto (aos que têm mais de uma conta) e com as informações pessoais necessárias (assinatura) para que possam entrar em contato com você.


Muitas pessoas têm mais de uma conta de e-mail e cada um com uma assinatura diferente e às vezes todos são reunidos em uma única conta coletora de e-mails (por exemplo, duas contas de trabalho e uma conta pessoal, todas recolhidas pela conta de e-mail pessoal).


Não se esqueça de verificar o campo "de" em sua caixa de correio para verificar se a conta de e-mail do remetente é a correta e se a sua assinatura contém todas as informações necessárias para que os leitores do seu e-mail possam entrar em contato com você.


10 - Verifique se você foi educado.


Às vezes, na pressa para concluir todas as tarefas, as pessoas esquecem de dizer "boa tarde", "atenciosamente", "por favor", "obrigado", "você se importaria" etc. Ser educado é um "must " na vida profissional. Todos gostam de cordialidade e bom humor, itens que são, inclusive, grandes facilitadores na rotina de trabalho.


Não se esqueça de ser educado sempre, mesmo nos e-mails, pois é algo que vai ajudar você e sua equipe a trabalharem com mais eficiência e serem mais felizes durante o dia :-)


Tenho um vídeo no meu canal do YouTube de 16 minutos sobre o tema deste post, não deixe de assistir:






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Luiza S. Rezende
Advogada empresarial especializada em startups


Contrato na modalidade SaaS (Software as a Service): o que é e pontos jurídicos de atenção

Um termo que vem sendo muito usado no universo empresarial é o contrato na modalidade SaaS - Software as a Service. Nas próximas linhas pretendo explicar como funciona esse modelo, quais suas principais vantagens e quais os pontos de atenção que o empreendedor/empresário/gerente de TI deve ter ao firmar esse tipo de contrato.

1- O que é?

A modalidade "Software as a Service", de acordo com a Wikipédia, "é uma forma de distribuição e comercialização de software. No modelo SaaS o fornecedor do software se responsabiliza por toda a estrutura necessária para a disponibilização do sistema (servidores, conectividade, cuidados com segurança da informação) e o cliente utiliza o software via internet, pagando um valor recorrente pelo uso. A característica principal é a não aquisição das licenças (mas sim pagar pelo uso como um "serviço") e a responsabilidade do fornecedor pela disponibilização do sistema em produção".

De acordo com o blog Arquitetura de Soluções, do ponto de vista do usuário, "é um software que não é instalado localmente na infra-estrutura do cliente (on-premise), mas é utilizado através da web e pago pelo tempo de uso, por demanda. Desse modo, um software SaaS envolve mecanismos de tarifação e métricas de uso e billing. Ainda, é um software que fornece uma API para acesso pela web, através de Web services, serviços REST e outros. Do ponto de vista da arquitetura, podemos dizer que SaaS envolve uma infra-estrutura escalável, altamente configurável e multi-inquilino".

2- Vantagens:

Algumas das principais vantagens, de acordo com o site da Sinfic são:

a) Redução de tempo: a instalação costuma ser mais rápida do que nas formas tradicionais de licença e o software costuma ser facilmente integrável aos processos de trabalho. Adicionalmente, é comum haver a possibilidade de "testar antes de comprar", o que faz com que as empresas já estejam familiarizadas com a estrutura mesmo sem conhecer o produto, e gastem menos tempo na adaptação;

b) Redução de custo: com a inexistência da instalação na máquina do cliente e pagamento proporcional ao uso, os custos costumam ser mais baixos do que a aquisição de licenças no modelo antigo;

c) Inovação contínua: nessa forma de contratação a empresa fornecedora é responsável por todo tipo de atualização do produto, que ocorre imediatamente (na nuvem, nos servidores do fornecedor), já que não há a necessidade de o consumidor "baixar" a última versão.

A grande vantagem dos contratos no formato SaaS é principalmente aos pequenos e médios empresários, por proporcionar a estes acesso à tecnologia de ponta a preços mais atraentes.

3- Pontos de atenção em contratos na modalidade SaaS:

Ao firmar um contrato na modalidade SaaS, é importante ter em mente que a contratação que está sendo feita com o fornecedor é a de um serviço, e não de uma "licença", como era prática comum nos contratos de software. Portanto, todas as responsabilidades associadas à prestação de um serviço devem ser observadas, como previsão de assistência técnica, mesmo que à distância, atendimento ao consumidor, central de dúvidas, atualização constante do software pelo fornecedor etc.

Lembre-se de ler bem as cláusulas do contrato (ou de conversar com seu advogado no caso de ser a sua empresa que envie o contrato ao fornecedor) para que você não tenha prejuízos posteriores para questões de manutenção do software na sua empresa. Por exemplo: de acordo com o site CIO, "uma vez assinado um contrato de SaaS, não é mais possível escolher, por exemplo, a versão do software com o qual deseja trabalhar. 'Se o fornecedor tem o padrão de atuar com as últimas atualizações, não é possível que o cliente escolha manter em sua companhia uma versão mais antiga e já adaptada à rotina da empresa, afirma Harrisson Lewis, CIO da rede de farmácias e loja de alimentos Haggen. Conforme o trecho acima, isso deve ser pensado pelo empresário antes da assinatura do contrato, para que essa atualização constante não gere elevação de custos internos de adaptação.


Para quem ainda tem dúvida do que é um modelo de SaaS um ótimo exemplo é o Google Drive, um serviço da Google que permite que você armazene diversos arquivos na nuvem e sincronize entre seus dispositivos através de seu login. Outros exemplos são o editor de vídeo do Youtube, os serviços prestados pela SalesForce.com e o programa Picnik, para editar suas imagens online.


Neste site, o SaaS Directory vocês encontram uma série de softwares no modelo SaaS divididos por setor. É possível que encontrem algo interessante para a empresa de vocês por lá, além de ser uma oportunidade de ver na prática diversas modalidades de SaaS antes de escolher qual contratar para sua empresa.



Espero que essas orientações sejam úteis a vocês e os conscientizem de que o aspecto jurídico é relevante e estará presente durante toda a vida da empresa. Não deixem de consultar um advogado para saber a melhor forma de organizar a documentação e manter sua startup regular e protegida de riscos futuros e outros decorrentes da atividade empresarial.

Para assistir ao vídeo "Você sabe o que é SaaS, PaaS e IaaS?" em meu canal do YouTube, aperte o play abaixo, ou clique neste link:


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Luiza S. Rezende
Advogada empresarial especializada em startups


Confira os aplicativos mais usados no mundo

Olá pessoal,

O tema do post de hoje são os aplicativos para smartphones mais usados no mundo. Ao final, trago dois vídeos em que falo quais aplicativos de redes sociais e de mensagens uso, e gostaria de saber quais vocês usam também.

Sem fazermos distinção de temas, o aplicativo mais usado no mundo é o Google Maps. De acordo com a pesquisa do GlobalWebIndex realizada no Q2 de 2013 e publicada no Mashable, em segundo lugar vem o Facebook e em terceiro o YouTube

Se filtrarmos por aplicativos de redes sociais, encontrei algumas pesquisas com foco nos Estados Unidos; uma delas é a pesquisa realizada pela NuVooDoo e publicada na AdWeek em outubro de 2014 que traz o Facebook em primeiro lugar e logo depois o YouTube e o Twitter.

Uma outra pesquisa com foco em Millenials (geração nascida entre 1980 e 2000, também chamada de Geração Y) realizada pela comScore Mobile Metrix em junho de 2014 e publicada no TechCrunch, mostra que o Facebook continua em primeiro, mas seguido do Instagram e do Snapchat.

Esta interessante pesquisa da Statistica em março de 2015 baseada no número de usuários ativos mensais, o Whatsapp estava em primeiro, com 700 milhões de usuários mensais, em seguida vem a QQ mobile e em terceiro o Facebook Messenger.

Abaixo compartilho com vocês dois vídeos que gravei sobre os aplicativos de mensagens e de redes sociais que uso. Quais aplicativos de mensagens vocês usam? E de redes sociais? Compartilhe nos comentários.

Aplicativos de Redes Sociais que Uso:



Caso o vídeo acima não esteja aparecendo, assista diretamente no YouTube através deste link: Aplicativos de Redes Sociais que Uso.

Aplicativos de Mensagens que uso:



Caso o vídeo acima não esteja aparecendo, assista diretamente no YouTube através deste link: Aplicativos de Mensagens que Uso

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Luiza S. Rezende
Advogada empresarial especializada em startups


You Have Never Heard About The Startup Uber? Let Me Explain It To You

If you have never heard about Uber I can at least guess you are a more "offline" person. Besides being one of the most valuable startups nowadays, Uber has also been in the front page of a bunch of media channels because of the prohibitions and manifestations that have surrounded the company in the last years.

First of all, Uber is a platform that helps riders meet drivers through an app. It's the next generation of apps that help you find a private way of transportation. Let's understand a bit more about this generation thing.

The first generation of "driver finding" apps were the taxi apps, where through a GPS you told the app where you were and the app matched you with a nearby taxi; you could then follow up the arrival of the taxi and the ride using the app, besides paying easily with your previously registered credit card. There were not any additional perks besides sometimes a discount or special bonuses offered by the apps.

Uber is the second generation. It made possible that (almost) everyone could became a professional driver (therefore earning an extra income in the end of the month or making the driver profession the exclusive source of income of the family). That's the main issue that has generated a lot of controversies literally throughout he world. From Toronto to New YorkBrussels, Paris,  India and Sidney, the controversies are clearly not pacified yet. The core issue is that the taxi driving activity is normally regulated over the world; in order to be regularly allowed as a taxi driver someone usually has to have a specific license that in many countries require payment, time and paperwork. With Uber's arrival those taxi drivers and their supporters felt that the competition was unfair. On the other side, many say that Uber is the future of transportation and that legislation and regulation will have to adapt to this new scenario. The dispute still doesn't show signs of being nearly solved.

Despite the controversies and inflamated opinions, Uber's numbers are impressive: it's estimated that they have more than 160,000 drivers (Jan/2015) throughout the world (with an average of 50,000 new drivers per month), more than 8 million users, 290 cities and 1 million daily rides (17/12/2014).

They also offers more than one type of ride. You can choose to share your ride with other users, to embark on a normal car, on a fancy one (then you normally will get also a bottle of water and maybe magazines and / or candies at your disposal) or in a bigger vehicle where you can better storage your luggage. In all cases before actually calling the driver, you can have fare estimates and plan your budget in advance.

Uber was founded in 2009 by Travis Kalanick and Garrett Camp and received $8.2B in 13 Rounds from 49 Investors.

Leaving the legal / political discussion on the side, I have to say that I have used Uber many times and that the service is great. I am on the side of those who believe that Uber is the future of transportation.

And you? Have you ever used Uber? What do you think about it? Please share your thoughts with us.


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Luiza S. Rezende
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Startups that help marketers to perform better: Smore and AppsFlyer

Hello, everyone!

Hope you are great...! Today we are going to talk about two very interesting startups that help marketers to do their job better, hope they can inspire you. If you have already tried one of them or if you have a similar startup, please tell us how was your experience and other comments you would like to.

***

I have recently heard about Smore, an Israeli startup focused on helping small companies to promote themselves. They say that even if you have zero design experience you can look like a pro. What they do is to help you build online flyers and newsletters. They also offer you detailed stats so that you can follow up your results. They received US$1,7mi in funding and launched in 2012.

I personally like the idea of empowering small business so that with simple tools they can - in-house - solve their marketing needs; hiring an advertising agency to build a big marketing campaign, depend on the location, might be prohibitive.

Have you ever tried Smore or any similar service? What do you think about it? Did it work? If you had your own startup similar to this one, what would you do different? Please share!

Printscreen of Smore's website
The second startup of today is AppsFlyerIt's an app made for mobile apps owners (and the marketers that help them) to advertise their product better and to be able to attract users that will use their product. As they say in their website, they help marketers to pinpoint their targeting, optimize their ad spend and boost their ROI (return over investment). They offer a bunch of real-time data on the app's clients acquisition's funnel, showing, for example, who are the loyal users and what are the conversion rates. The advantage is that you can see the results of more than one campaign in an integrated dashboard.

As everyone who works with internet knows: mobile is the future of advertising. This startup seems to me very up to date with the necessity of having a strong and multiple mobile advertising strategy. They have already 8 global offices and were founded by Oren Kaniel and Reshef Mann.

Have you ever tried AppsFlyer or any similar service? What do you think about it? Did it work? If you had your own startup similar to this one, what would you do different? Please share!

Printscreen of AppsFlyer's website
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"Why has my startup not taken off yet?"

Many startups fail. Many entrepreneurs start with a lot of energy (and anxiety), build expectations around the business they are building, launch it, are for a while very happy with it, and after a period of gradual decay, after maybe 1 year there is nothing remaining from the initial plan and the members  have returned to "safe" jobs. But why? What was missing for that startup to become a success? 

*** 

In order not to frustrate expectations: the aim of this post is not to present micro-economic data, statistics or research on why startups fail. The aim of this post is to show my opinion on the topic, based on what I see and read every day. 

*** 

As many of you may have already read, failing is part of the innovation and self-discovery process, and it's something totally linked to entrepreneurship. Starting a new business is venturing into the unknown: you can do many previous researches and studies, but there are variables that will not be well measured in advance. Sometimes you will need to launch your startup first and then see what happens when it's running.

Maybe your calculations were sufficiently well-aimed, you have studied the market and the competitors, you had luck and the necessary preparation, you did all on the "right time" and "the right way" and your startup is suddenly a success.

Or maybe you realize that important variables were ignored in the business plan and things did not evolve as planned. It's normal: making mistakes is human. Making mistakes, in the context of entrepreneurship, is fully part of the learning process. 

The way you keep going after a mistake is the key and how you behave makes ALL the difference: you need to continue, understand it is a chapter, not as the end of your story as an entrepreneur. Everything depends on how you will assimilate this mistake and go on with your business, with your plans, with your dream. 

Many entrepreneurs are at this moment launching a business that will need some adjustments to be a success (success here has the meaning of being well received by the public and generating sustainable income). Others will launch something that needs to be completely redesigned to be a success. Others will launch something that the market is not yet "ready" to accept or use, and they will have to invest in marketing, partnerships, sponsoring, endorsement and will have to convince the public they are good enough. That means a lot of time and persistence. Everyday believing and acting. For each person and for each business there is a needed time for development/maturation. It's necessary to try, believe, strive, pivot, adapt, follow. You should not be discouraged by an error, failure, or a broken company. 

You tried that way, it did not work. There are others. If you truly believe in your business, you need to continue with it, ask new opinions, study more, seek further advice and seek new paths to follow. 

There is a path to success, a straight shot. But it's not always there, on the first attempt. Sometimes you will need to improve in order to reach it. Sometimes you will need to really conquer success, be ready to manage it and make it something sustainable. And that is actually good, that process will make you grow. 

Success (and here I am talking about entrepreneurial success) will come, but each entrepreneur has a journey, each one has a necessary way to go (a way that will enable each person to learn and grow).

Do not give up. If you truly believe in your business and work hard, it will someday happen, maybe not exactly as you imagined, but it will happen and you will be much stronger when it happens.

You may need to re-create it completely. You may need to study more and harder, listen to other opinions, change partners, change partnerships, teams, sources, resources. If you are really proactive and seek people to help you, if you do not let your pessimistic thoughts or people who do not believe in you convince you, certainly your journey will be successful. 

It may be that the final result has nothing to do with your original plan. It may be that you end up getting involved in an area that has nothing to do with what you initially envisioned. You may conclude that being an entrepreneur is not for you. But certainly this journey of mistakes, successes, attempts (and courage!) will be very positive and will bring you closer to who you really are. 

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Luiza S. Rezende
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entrepreneur

Can a foreigner open a business in Brazil?

Today’s post (written by our team at SRC Lawyers) is about this frequently asked question in a time of high mobility of people and companies: “can a foreigner open a startup / business in Brazil? How does it work?”.

NOTICE: THIS POST IS STRICTLY INFORMATIVE AND DOESN’T SUBSTITUTE A CONSULTATION WITH A LAWYER.

Let’s start: Yes, a foreigner can open a business in Brazil. A foreigner can create or have shares in companies in Brazil, living there or not. But before that, he/she needs to be compliant with some requirements and also perform some paperwork. Please find below some useful information about the subject:

a) Foreigner living in Brazil through an Investor Visa (permanente visa, obtention of a “RNE permanente”).

A foreign investor can pledge an investor visa in case he/she wants to have a permament residence in Brazil. The category of this visa is “permanent”.

The Foreigner will be asked to prove an investment of a minimum of R$ 150.000,00 (a hundred and fifty thousand reais) on the company (existing or new) that he/she intend to invest on, besides presenting an Investment Plan that proves the social interest of the investment.

The general rules of this type of Visa can be found at Resolução Normativa nº 84 from the National Immigration Council.

b) Foreigner living in another country:

A foreigner can be partner or shareholder of a Brazilian company without living in Brazil. He/she will need to be registered in the Receita Federal (to get a CPF – a national identity document) and in the Central Bank of Brazil (Bacen) through the Registro Declaratório Eletrônico (RDE), besides mandatorily having an attorney-in-fact (also called agent) with specific powers. After that a foreigner will be able to invest in Brazilian companies.

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Important to mention that Brazilian Law states a few prohibitions on foreign investment on specific economic activities, such as investments in activities related to nuclear energy, health services, postal and telegraph services and aeroespacial industry.

There are also restrictions in the participation of the foreigner in financial institutions, mining sector, public air services, property and management of newspapers, magazines and other publishing vehicles, as well radio and television. 

Therefore if you want to open or invest in a startup in Brazil, check out the possibilities above and talk with a lawyer about the procedure for your specific case.

This post was written by our team at SRC Lawyers.

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See you soon!

Luiza S. Rezende
Corporate lawyer specialized in startups

Foto: Syda Productions / CrayonStock